domingo, 15 de agosto de 2010

ESTADOS UNIDOS POTÊNCIA ECONÔMICA E MILITAR

O Nordeste dos Estados Unidos é conhecido como cinturão industrial devido à grande concentração de fábricas. Destacam-se a siderurgia e as indústrias química, automobilística, metalúrgica e eletrônica.
Concentra as maiores rendas dos Estados Unidos e abriga os centros de decisão política (a capital, Washington) e econômico-financeiro (a cidade de Nova York).
Na região Sul desenvolve-se a fruticultura, com destaque para a produção de laranja, na Flórida.
Entre os recursos naturais, merece destaque a exploração de petróleo, principalmente no estado do Texas.
As principais indústrias da região são a petroquímica, a têxtil e a alimentícia, que constituem uma área de industrialização recente conhecida como cinturão do Sol.
A região Sul dos Estados Unidos também possui duas importantes bases espaciais: Cabo Kennedy, na Flórida e Houston, no Texas.
A região das Planícies Centrais é considerada o celeiro agrícola dos Estados Unidos, com destaque para a produção de trigo e de milho.
A agricultura é altamente mecanizada e emprega pouca mão-de-obra.
No Oeste destacam-se a pecuária bovina de corte, o cultivo irrigado de frutas e hortaliças e a extração de minérios.
A industrialização é restrita, sendo a agropecuária o destaque econômico da região.
A Costa do Pacífico, além de desenvolver a fruticultura irrigada e a extração de petróleo, detém um importante parque industrial, conhecido como Vale do Silício, onde estão as indústrias de alta tecnologia, principalmente informática e telecomunicações.
Após 1918, os EUA surgiu como uma potência mundial, financiando a reconstrução dos países europeus destruídos pela guerra e, assim, mostrando sua força política no cenário internacional.
A participação decisiva dos Estados Unidos, ao lado da União Soviética, na Segunda Guerra Mundial (1939-1945) fez desses dois países, as potências hegemônicas do mundo até 1991.
Oponentes políticos, eles passaram a buscar territórios onde pudessem exercer influência política e econômica.
Durante esse período, as duas superpotências desenvolveram a indústria bélica de forma intensa, com a criação de armas cada vez mais destrutivas, principalmente as nucleares.
Com o fim da União Soviética, em 1991, os Estados Unidos tornaram-se a única superpotência, detentora de enorme poderio militar.
Sem um grande adversário militar, o país passou a intervir em questões e conflitos locais ou mundiais, buscando soluções que, muitas vezes atendem somente a seus interesses particulares.
Exercendo forte poder sobre instituições internacionais como a ONU e a OTAN, os Estados Unidos têm grande poder de decisão nas questões geopolíticas atuais, além de influenciar o mundo com sua cultura.
Muitas pessoas ou organizações, em países ou regiões subjugadas direta ou indiretamente pela presença estadunidense, procuram no terrorismo uma saída para resistir ao domínio da superpotência mundial.
O terrorismo deve ser visto como uma prática inaceitável, na medida em que atinge pessoas indefesas ou inocentes. Por outro lado, a ação militar, política e econômica dos Estados Unidos no cenário mundial também deve ser considerada condenável e desrespeitosa, na medida em que desconsidera os valores de outras sociedades.
O mais surpreendente ataque terrorista dos últimos tempos foi o ocorrido em 11 de setembro de 2001, quando dois símbolos dos Estados Unidos – o World Trade Center e o Pentágono – foram atingidos por aviões de passageiros pilotados por terroristas suicidas.
Osama Bin Laden foi considerado o líder terrorista responsável pelos ataques de 11 de setembro. Com essa justificativa, o governo estadunidense declarou guerra contra o Afeganistão, sob a alegação de que o país estaria dando abrigo e proteção ao terrorista.
Durante o conflito, boa parte do país foi destruída e milhares de civis e militares foram mortos, sem que o líder terrorista tivesse sido encontrado.
Terminada essa investida militar, os governos dos Estados Unidos e do Reino Unido passaram a ameaçar o Iraque, sustentando que nesse país se dava a produção e o armazenamento de armas químicas e biológicas de destruição em massa.
Mesmo sem o apoio da ONU, tropas militares estadunidenses e inglesas invadiram o Iraque e depuseram o ditador Saddam Hussein. Contudo, não encontraram evidências que comprovassem a produção ou mesmo a existência das armas de destruição em massa.
Três anos após a ocupação do Iraque, o governo dos Estados Unidos ainda defendia não haver segurança ou instituições democráticas sólidas no país que justificassem a retirada das suas tropas.




















6 comentários:

Brenda-chan disse...

Muito obrigada pela ajuda. =D

Letícia Cardoso disse...

Cara, isso tá igualzinho no livroo :$

Bruna Vander disse...

Puro crime copiar o trabalho dos outros e dizer q é seu !! Isso é igual ao meu livro !! Tudo bem, tem pessoas q n tem o meu livro, okay...Mas assuma q o resumo, n é seu !! A qualquer momento eu lhe denuncio, isso é crime, é plagio !!

ender boy disse...

isso nâo é crime ajuda nas liçoes dãã :(
vai me ajudar por exemplo! :D :)

Deus Bom disse...

"Puro crime copiar o trabalho dos outros e dizer q é seu !! Isso é igual ao meu livro !! Tudo bem, tem pessoas q n tem o meu livro, okay...Mas assuma q o resumo, n é seu !! A qualquer omento eu lhe denuncio, isso é crime, é plagio !!"NADA A VER MENINA...COMO O(A) ENDER BOY DISSE NÃO É CRIME AJUDAR AOS OUTROS NA LIÇÃO DE CASA...AFINAL APOSTO QUE VC JÁ COPIOU ALGUMA COISA DA INTERNET...ENTÃO DEIXA DE SER CHATA E SE IMPORTE MAIS COM AS SUAS COISAS DE QUE COM AS DOS OUTROS TÁ...GRRRR.

Ellen Silva disse...

BOM AS VEZES ELA NAO COPIOU DO SEU LIVRO E O QUE ELA SABE E NAO UMA COPIA TALVEZ POIS NAO SOU ADIVINHA APROVEITE E NAO JULGUE VC NAO SABE, QUEM SABE E DEVERIA EXPLICAR E A DONA DESSE BLOGGER!!