domingo, 15 de maio de 2011

A REGIONALIZAÇÃO EUROPEIA

Existe uma regionalização da Europa que utiliza o grau de industrialização para analisar as diferenças existentes entre os países.
Nessa regionalização é possível dividir o continente em:
1. Países desenvolvidos altamente industrializados;
2. Países desenvolvidos com menor grau de industrialização;
3. Países em processo de industrialização;
4. Países com economia em transição.
Os países da Europa Oriental, ou Leste europeu, foram os que sofreram as maiores transformações políticas e econômicas nos últimos anos nesse continente. Governados sob regimes comunistas da década de 1940 até o final dos anos 1980, a maioria dessas nações se manteve alinhada com a ex-União Soviética durante o período da Guerra Fria.
A partir de 1989, com o desmembramento do império soviético e a dissolução dos partidos comunistas, esses países viveram um período de grande turbulência, com a adoção de uma nova política econômica, a reorganização territorial, o retorno de eleições livres diretas e o pluripartidarismo.
No plano econômico, durante a década de 1990, foi adotada a economia de mercado, com a privatização de inúmeras estatais e o corte nos gastos públicos. Como consequência negativa, houve um aumento do desemprego e a perda de benefícios sociais.
No processo de reorganização territorial, em 1991, Lituânia, Letônia e Estônia declararam-se independentes da ex-União Soviética e, em 1992, a Tchecoslováquia foi desmembrada pacificamente, dando origem a dois novos Estados: a República Tcheca e a Eslováquia.
O processo mais conturbado, ocorreu na Iugoslávia. Por abrigar diferentes etnias e crenças religiosas, ela passou por inúmeras guerras civis. Depois de mais uma década de violentos conflitos, originaram-se seis nações independentes: Eslovênia, Croácia, Bósnia-Herzegovina, Macedônia, Sérvia e Montenegro.
Todas essas intervenções militares contaram com o apoio da ONU.



Nenhum comentário: